É complicado falar de alguém que por mais que você quisesse você não conseguiria deixar de amar. Dizer que eu te amo é pouco, é algo inexplicável e incompreensível. Palavras não são capazes de falar tudo o que eu sinto, na verdade elas não falam quase nada. Uma foto, um tweet, um vídeo, uma música já é o suficiente para me deixar feliz. Foram tantas coisas que já fez por mim, sem sequer saber que eu existia. São tantos sorrisos dados apenas por um aceno de mão seu, ou qualquer outra coisa boba que eu veja. Foram tantas lagrimas quando eu vi que o show era real e não mais um sonho, e que você realmente estava ali, foram tantos tweets pra você, aguardando uma reply. E todas essas palavras escritas aqui não me parecem o suficiente pra explicar um sentimento que nasceu sem que eu sequer me dar conta, e que hoje é o elixir da minha vida, e talvez todas as palavras que existam nunca consigam formar uma frase ou um texto que possa explicar isso, mas eu estou tentando, porque você me ensinou que não devemos desistir do que queremos, e pra mim isso é importante, e mesmo sabendo ser impossível explicar esse sentimento que me da força para seguir em frente, que me mantém quente por dentro, que me mantém feliz, eu estou tentando faze-lo. E talvez todas essas palavras sejam esquecidas ou ignoradas pelos outros –ou até mesmo por você, não sei- mas o importante é que para mim valeu a pena, e que mesmo que o tempo desgaste a caneta ou rasgue a folha, dentro de mim elas serão eternas, assim como meu sentimento por você. Eu tenho a mania de me chamar de meu anjo da guarda, porque eu já estive a ponto de fazer tantas bobagens e na ultima hora eu me lembrei de você e seus ‘ensinamentos’, das duas palavras, e eu parei. Parei por sua causa, porque se eu fizesse seria algo que você não gostaria, não teria orgulho, e isso sempre me fez parar e continua fazendo até hoje. Mesmo que me digam que isso é só uma fase, eu sei que não é. Sei que é muito mais do que isso, porque sem você eu não estaria aqui hoje. Você é a minha força
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Vermelho
-Eu retirei a corrente do pescoço, a prata fazendo contraste com o vermelho de meu esmalte, o pingente de cristal em forma de coração balançava de um lado para o outro. Cristal, um material tão frágil, qualquer batida contra ele, o fazia virar mil pedacinhos brilhantes. O sol entrou pela janela, batendo contra o pingente e refletindo para todos os lados. Olhei para aquilo tudo encantada, como uma criança, eu deveria parecer uma criança naquele momento, meus olhos brilhavam com as infinitas cores que o Cristal produzira. Levantei-me da cama, onde eu ainda estava ajoelhada, deixando a seda vermelho sangue de meu vestido escorregar ate os joelhos. Parei em frente ao espelho, e passei nos lábios o batom, também vermelho. Olhei-me de corpo inteiro, vestida inteiramente de vermelho, eu sabia que estava pronta, eu sabia que você não iria resistir, humano nenhum jamais resistiu. Era sempre assim, tanto o vermelho quanto o preto faziam contraste com a minha pele, extremamente branca, e homem nenhum resistia. Eu sempre fui mais adepta ao vermelho, porque tinha a cor do sangue que eu derramaria. Eu saia de casa apenas uma vez por dia, mas quando saia era para matar, pra ver o sangue ser derramado, para ver o tão precioso liquido vermelho verter pelas veias da vitima e parar ainda quente em minhas mãos. Eu matava apenas por prazer, nada mais do que isso. Nunca tomei uma gota sequer do sangue de minhas vitimas, porque eu sabia que iria depender dele para o resto da vida. Eu realmente matava por prazer, pra sentir o cheiro do sangue humano, pra ver o medo estampado nos olhos de minhas vitimas. – A mulher parou a narrativa, se voltando para o homem que continuava a encará-la pasmado, não sabia dizer se pela beleza ou pelas confidencias da bela mulher. Seus olhares ficaram presos por um minuto, e ele teve a certeza de que se aproximava cada vez mais a hora em que ela partiria para cima dele e tomar-lhe-ia a vida. Os olhos dela estavam pretos, tamanho o prazer que ela sentia apenas por ver o homem encarando-a assustado. – Mas antes de eu me deliciar com seu sangue, rapaz, eu devo responder-lhe algumas perguntas, que provavelmente se passam por sua cabeça agora. Quem sou eu? Jessica Loober sou uma espécie não descoberta por vocês ainda, nenhum conto ou historia sobre nós, o que nos ajuda muito na hora de fazer vitimas, como é meu caso, ou caçar, como é o caso de muitos conhecidos meus. Não estou viva, mas não estou morta. Não tenho um coração batendo, mas tenho um pulmão funcionando. Não vou mais morrer, mas também tenho restrições. Seria facilmente igualada a uma vampira, mas estou longe de ser isso. Posso ter a imortalidade igual a eles, e posso depender do sangue caso o experimente, mas eu posso caminhar a luz do sol, não temo nem o alho e nem a cruz – a mulher parou novamente e aproximou-se do homem, usando as unhas extremamente longas e afiadas para cortar-lhe a garganta sem deixar oportunidade de fuga. O sangue escorreu pelas mãos dela e misturou-se ao vestido, ela sorriu sentindo o cheiro impregnar-lhe por completo. Um momento de insanidade pelo cheiro poderia fazer-lhe experimentar do sangue e tornar-se dependente dele para sempre, mas mais de 500 anos de experiência faziam-na forte o suficiente, para fechar os olhos, inalar o cheiro e manter-se completamente sana. Com o sorriso no rosto, levantou-se e partiu sem olhar para tras, deixando ali, exposto para quem passasse por aquela rua, o corpo do homem que acabara de matar. O pingente de cristal pendurado no pescoço, a fazia se lembrar que os humanos eram tão frágeis quanto o cristal, mas assim como o pingente eram extremamente deslumbrantes, o sorriso dela se apagou ao lembrar de seu garoto, mas centenas de anos haviam se passado, e separavam dela essa realidade, tudo que ela tinha para lembrar da sua época como humana era o pingente de cristal que o tão amado garoto lhe dera.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Danny Jones
Apenas quatro nomes. Mais precisamente 20 letras. É disso que eu preciso para formar o nome da pessoa mais perfeita desse mundo. Daniel Alan David Jones.
Falar sobre ele acaba sendo quase como que um desafio. São tanto detalhes, tantas coisas sobre uma única pessoa que se torna impossível falar de Jones sem se perder na tentação que ele se tornou.
Era só um garotinho, como qualquer outro, nascido na cidade de Bolton. Nada de especial. Exceto é claro pelo seu talento por música, sua voz incrível, seu sorriso estonteante e seus olhos azuis. Mas ainda sim, ele era apenas um garoto do interior da Inglaterra.
Quem foi que imaginou que um dia esse garotinho iria subir em um palco, e levar milhões de garotas ao delírio? Quem imaginou que apenas um sorriso seu iria limpar milhares de lagrimas do rosto de uma garota? Quem imaginou isso? Provavelmente, apenas ele mesmo.
Apenas Daniel, ou Danny, ou Dan, ou qualquer outro apelido inventado para ele, por seus amigos ou fans, consegue ter olhos tão azuis, tão profundos, daquele tipo que te faz perder a noção do tempo e espaço. Seu sorriso que consegue tirar o ar de uma garota tão rápido, tão completamente. A quantidade incrivelmente absurda de sardas espalhadas por sua pele, que mesmo que ele odeie, faz com que cada uma de nós queira parar o tempo só para contar uma a uma e descobrir em quais lugares improváveis elas existem. Apenas ele tem uma voz que qualquer tipo de música que ele decida cantar vai ficar bom, uma voz que você sente aquele arrepio que desce por toda sua coluna, aquela voz que te faz querer sempre mais e mais.
Até mesmo seus defeitos fazem de si uma pessoa perfeita. Quem não é apaixonado pelo senso de humor critico de Jones? Pela lerdeza inumana dele?
Daniel é uma pessoa que é tentadora demais. Ele não só tentador fisicamente como também psicologicamente. A força que ele mostra para enfrentar seus problemas, o carisma para encantar as pessoas, tudo isso fazem dele uma pessoa perfeita.
Com toda a certeza, e com a maior honestidade que existem em mim eu afirmo, Daniel Jones é um exemplo para mim.
Quem Sou Eu?
Qualquer rede social para a qual eu entre sempre há a pergunta ‘Quem sou’ ou ‘About me’ e derivados. Essa é uma pergunta tão simples, mas ao mesmo tempo difícil, complicada e complexa.
Quem sou eu? Uma garota de 16 anos, apaixonada por ler e escrever, ama a lingua inglesa, é fã de uma banda britânica, quer morar na Inglaterra desde os cinco anos de idade e sonha em poder conhecer o mundo. Porém essa mesma garota ama o pais que vive, já se apaixonou e quebrou a cara, já sofreu por antecipação, já se decepcionou com pessoas, já chegou perto de desistir, já conseguiu erguer a cabeça e seguir em frente, já realizou sonhos.
Quem sou eu? Aquela garota que já teve tudo, já foi invejada por muitos, e odiada por tantos outros. Aquela garota que deixou tudo pra tras por uma pessoa que com o tempo se afastou de sua vida, mas o fez deixando marcas e ensinamentos.
Quem sou eu? Aquela garota que percebeu a tempo os erros que já havia cometido, e estava por cometer. Uma garota que agradece todo dia a Deus por ter lhe dado a chance de escolher entre viver desde cedo no mundo real, ou na bolha que fecham ao redor dos mais privilegiados.
Quem sou eu? Uma garota que teve que escolher entre dois sonhos e abrir mão de um deles por um momento. Uma garota que tem medo de escuro e não gosta de ficar sozinha.
Quem sou eu? Uma garota que já teve que se virar sozinha uma vez na vida, que tem medo do futuro.
Quem sou eu? Uma adolescente qualquer.